
No seu aniversário de 21 anos, Sam (Bret Harrison) descobre que seus pais venderam a alma de seu primogênito, antes mesmo deste nascer, para o diabo. Agora o próprio coisa ruim veio cobrar a dívida, dando a Sam a missão de capturar todas as almas que fugiram do inferno e levá-las de volta.
Reaper é um tipo de supernatural cômico, não tem a intenção de fazer suspense ou assustar ninguém, mas sim arrancar risadas. Exagera um pouco no heroismo, Sam segue o estilo Clark Kent, mas isso é do de menos, não impede a série de ser bem divertida. O que eu mais gostei é que ele não foca só o lado sobrenatural, também desenvolve o cotidiano do personagem principal. Reaper tem um pouco de sobrenatural, de comédia, de drama, de romance e até de investigação. Vamos ver no que que essa mistura maluca vai dar.
Recomendo!
domingo, 27 de abril de 2008
Reaper
sexta-feira, 25 de abril de 2008
Lost

Depois de seu avião cair em uma ilha desconhecida, 48 estranhos passam a ter que conviver e se unir para sobreviver nessa estranha ilha cheia de mistérios e armadilhas. Cada episódio trás um flash-back ou, a parir da terceira temporada, um flash-forwad sobre cada um dos personagens. Aos poucos nós vamos descobrindo a história dos personagens, como eles foram parar naquele vôo, e descobrindo os mistérios da ilha. Só que ao mesmo tempo que algumas dúvidas são respondidas, novas perguntas surgem. Entre os personagens principais estão Jack (Matthew Fox), Kate (Evangeline Lilly),Sawyer (Josh Holloway), Sayid (Naveen Andrews), Jin(Daniel Dae Kim), Sun (Yunjin Kim), Claire (Emilie de Ravin), Charlie (Dominic Monaghan), Hugo (Jorge Garcia) e John (Terry O'Quinn)
A primeira temporada me dava medo, mas depois passou e a única coisa q eu sinto agora é curiosidade de montar esse quebra-cabeça infinito! Sério, a série é muito boa. O primeiro episódio é bem chato, mas depois dele começa o suspense e pronto, vc se vicia em lost. Fora isso o Sawyer e lindo e se eu falar mais alguma coisa corro o risco de estragar a surpresa.
Então eu recomendo, assistam, é muito bom!
terça-feira, 22 de abril de 2008
Men in Trees

Marin Frist, uma treinadora de relacionamentos, descobre no dia do lançamento de seu mais novo livro que seu noivo a estava traindo. Ao viajar para Elmo, Alaska, para uma palestra sobre relacionamentos, ela se surpreende por só ter homens na platéia.
Lá a porcentagem é de 10 homens para cada mulher (legal ein xD). Ela decide então ficar naquela pequena cidade para recuperar seus sentimentos e tentar aprender o que ela pensava saber: como encontrar e manter um homem bom.
Assim que soube que Men in trees era do mesmo criador de sex and the city, fiquei logo completamente empolgada. Eu idolatro sex and the city, ainda hoje sinto o luto do cancelamento dessa série.
Daí começei a assistir. O ambiente foi uma aposta interessante, afinal grande parte das séries se passam em lugares agitados. Mas acontece que cidadezinhas muito paradas, quase sem atrativos e pouco desenvolvidas me deixam meio depressiva... Isso já é o que eu tenho poxa! Eu procuro nas séries a agitação q eu queria ter. E o começo também ainda não chega a ser mto interessante.
Só que a série melhora a medida que a história vai se desenvolvendo. O romance cheio de complicações te deixa ansioso. As frases sábias que Marin Frist fala sempre ao finalizar os episódios te fazem pensar, são lindas, bem parecido com as filosofias da Carrie em Sex and the City. Sem contar é claro que aquela voz rouca e o charme do Jack te deixam realmente vidrada na televisão.
Pois é, eu recomendo Men in trees. Alguns episódios são realmente monótonos, mas a maioria vale a pena.
segunda-feira, 21 de abril de 2008
GREEK

Greek conta a história de Rusty, um nerd que acaba de entrar para a universidade Cyprus-Rhodes onde já estuda a sua popular irmã Casey. Ele decide entrar para uma fraternidade, o que Casey tenta impedir pois tem vergonha dele, mas apesar de Rusty não ser exatamente um material para fraternidades ele acaba sendo convidado para duas, a liderada por Evan, o namorado de Casey, e a de Cappie, o ex namorado de Casey e que ainda tenta reconquistá-la.
Essa é beeem resumidamente a história de greek.Eu confesso que de primeira fiquei bem desanimada com relação à série. Triângulo amoroso, um bobalhão tentando ganhar atenção (estilo Seth Cohen), rivalidades que não acabam nunca, adolescentes começando a amadurecer, isso já tá muito saturado, foi o que pensei.
Mas como uma boa série maníaca, eu dei a greek o dom da dúvida e assisti o primeiro episódio. O começo foi entediante, mas depois foi ficando interessante, prendeu minha atenção e eu quis ver até o final, o que raramente faço quando assisto episódios ruins... No fim das contas eu quebrei a cara, porque apesar de realmente trazer todos esses temas saturados greek tem um tempero a mais, ele focaliza não a o ambiente universitário em si, mas sim as fraternidades e tudo que acontece nesse mundo selecionado a dedo. Sem contar é claro que o Cappie é um ótimo incentivo a continuar assistindo, além de engraçado, suuuper fofo.
Resumindo, se vc gosta de uma boa mistura de intrigas, romance, baixaria, comédia, e até casal gay, assista Greek. Recomendo!
Pilot
Sabe quando você assiste a um episódio perfeito, ou a um filme magnífico, mas não tem com quem comentar porque vc foi a única desocupada que assistiu? Dai vc acaba tendo que manter toda aquela euforia presa contigo...
Pois bem, cansada dessa frustação veio a idéia de criar esse blog. Não se espantem, porque irei extravazar aqui todas as minhas criticas, dúvidas, revoltas, empolgações. Afinal, eu não vivo num mundo real, mas sim no dos meus personagens favoritos...
Welcome and be my guest!